Livros

Para comprar livros eu recomendo a livraria Fonomag, na Liberdade-São Paulo-SP. É uma livraria especializada em revistas e livros japoneses. Foi lá que comprei o primeiro livro que utilizei para estudar japonês: Novo Curso Básico de Japonês, de Neida Kokubo. Recomendo.

Outro livro que tenho aqui é o Kanji Pictográfico, de Michael Rowley. A idéia deste livro é ensinar Kanjis por meio de ilustrações, de forma que fique fácil lembrar sua representação gráfica. De vez em quando eu consulto este livro para tentar encontrar alguma forma de memorizar algum Kanji. Mas na verdade não gostei muito dele não.

Além desses livros também peguei emprestado do meu tio o material usado no Kumon. Não sei se são “compráveis” fora do curso e na verdade também não usei muito para poder dizer se é bom ou não, mas parece ser. Tem muuuitos exercícios. Mas quem me conhece bem sabe que essa não é a minha forma de estudar.

5 comentários a “Livros

  1. “Mas quem me conhece bem sabe que essa não é a minha forma de estudar.”

    Não te conheço bem, então, qual seria sua forma de estudar?

  2. Minha resposta pra isso vai ser meio esquisista… mas eu estudo andando. É como eu consigo me concentrar, Ando lendo e/ou pensando. Não costumo sentar numa mesa e ficar resolvendo listas de exercícios. Quando eu estava na universidade teve muita matéria em que o primeiro exercício que eu resolvia era só na prova. Eu costumava só olhar exercícios e pensava “esse eu sei fazer” ou “esse eu não sei” (e nesse caso procurava aprender). Já no caso do japonês, atualmente o que eu mais faço é ouvir podcast (e andando na maioria das vezes)

  3. q legal. foi esse livro que eu usei qdo comecei a estudar nihongo. Usei o 1,2 e o 3 se nao me engano. abz

  4. Que coincidência!!

    Este também foi o livro que utilizei quando fazia curso de japonês,estudei os volumes 1,2,3 e 4.Ficou faltando os volumes 5 e 6…

    Mas com certeza,ainda há tempo para aprender!!

  5. Talvez eu me estenda um pouco, mas…
    Eu faço japonês no Kumon há dois anos e meio e posso lhe dizer o seguinte: é chato e cansativo, mas aprendi muito.
    Eu me adaptei a esse método, mas é exatamente como você disse: muito, muito, MUITO exercício. O que cansa é que é repetitivo. Você acaba aprendendo na marra, sabe?
    É preciso autodidatismo, também, senão não sai nada. Você determina o quanto faz — ou não — a cada semana. Porém não tem o problema de ser um japonês muito formal e desatualizado, porque é um material direto do Japão, problema que ocorre em outros cursos.
    Mas apesar de precisar de bastante paciência pra preencher todos os bloquinhos, pra mim é muito melhor do que buscar material na internet. Primeiro porque não sei se é confiável e segundo porque eu não saberia por onde começar e continuar.
    Agora estou no kokugo, que é como se eu fosse uma nativa aprendendo japonês. Ainda estou no começo desse estágio, mas consigo ler mangás numa boa, entendo doramas e a maior parte dos sites eu entendo sem muito uso do dicionário.
    Acho que é um bom método, afinal de contas. Mas cada um acaba se adaptando a um método diferente, então não dá para discutir muito.

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